• Home
  • Sobre
  • Portifólio
  • Contato
linkedin instagram facebook pinterest

Café: extra-forte

cary-grant-randolph-scott
um verbete em alemão para “alegre”
derivou ao francês como “gai”
e ganhou o mundo em inglês.

antes do acrônimo+, “gay” era ainda mais extenso:
alegre, espontâneo, entusiástico, despreocupado, hedonista, feliz.

uma franciscana sede gay se criou só 
durante o “That '70s Show”.
muito antes do Pink Money,
Gay saiu do armário junto com o Lysergsäurediethylami

1938
o LSD foi descoberto!
justo seu grande entusiasta 
- o galã de Hollywood que recomendava o uso terapêutico do LSD às donas de casa -
sexualizou o gay.

Gay se assumiu sexo na boca de Cary Grant 
aos saltos, travestido de mulher.
a cena é do filme “Bringing Up Baby”*,
incessantemente adiado devido os
ataques de Hepburn e Grant - de risos.

entre 1932-1944, Grant riu com Randolph Scott
as fotos caseiras da dupla nos despertam romance.
reputação vendida às revistas como “salão dos solteirões”
cobiça às mulheres. virilidade.

Cary Grant
atraído ou não pelo mesmo sexo 
seguiu a vida despreocupado 
em busca de suas próprias alegrias 


*Cary Grant em Bringing up baby, com Katherine Hepburn (1938)
**Na foto: Randolph Scott e Cary Grant.

***
Quem escreve
Nasci paranaense, mas sou santista - de traços cariocas e pontos em SP. Amo prosear com alvitre de verdade. O Mercúrio é mesmo em Áries… mas quem rege é o ascendente em vô de Minas. Você me acha no instagram.
Share
Tweet
Pin
Share
No Comentários
Semana começando, o mês já cruzando a metade - parece que agosto nunca passou tão rápido (ou todos os outros meses passaram devagar e nosso ritmo mudou?) Seguimos com nosso #artistadecinema, Wes Anderson, sempre festejado por onde passa.

wes-anderson-filmes
Wes Anderson
Por aqui já falamos um pouco sobre o diretor e sua relevância para o Cinema. Também indiquei cinco filmes para nos aprofundarmos em sua filmografia e agora estamos aguardando o mais novo, The French Dispatch estrear em algum streaming. Os cinemas ainda não abriram aqui no Brasil e mesmo se abrissem, não sei se estamos no melhor momento para investir neles, mesmo com toda a saudade batendo forte. Enquanto desenvolvem a vacina e ficamos na expectativa da redução de contaminados dessa pandemia, trouxe as críticas de dois filmes que assisti quando foram lançados para apurarmos nosso olhar sobre as produções de nosso artista de cinema do mês.

filme-wes-anderson
Moonrise Kingom (2012)
Quero ser criança novamente!, gritou o meu coração. Quando somos jovens, ouvimos nossos pais e tios nos dizerem isso e quase não acreditamos. Eu sentia naquela época – porque tive uma infância muito legal, por sorte – que isso era verdade e que em algum momento eu ia querer um revival. Acabei de sair de Moonrise Kingdom e minha infância voltou com força total.

Sabe aqueles filmes fantásticos da Sessão da Tarde que nos marcaram para sempre? Pessoas da minha geração e de gerações próximas sabem do que estou falando: Conta Comigo, Goonies, História sem Fim, Labirinto, ET, Lagoa Azul. Lembram o filme lindo do ano passado Onde vivem os monstros? O filme desse ano traz a história de um escoteiro mirim e uma garota que se correspondem por carta e decidem fugir: o garoto do acampamento, a garota, de casa. Encontram-se no meio do caminho e partem para um pedaço da costa da pequena ilha em que vivem. E a partir daí, vivemos uma aventura deliciosa, inocente e um pouco sarcástica como só um filme de criança poderia ser. Continua aqui.

O Grande Hotel Budapeste (2014)
Numa aula de ética voltada para o trabalho, o professor falava que um certo filósofo entendia que só poderia considerar alguém ético, depois de sua morte. Aí faríamos um apanhado de sua vida, como um currículo pessoal, levantando seus dilemas e resoluções tomadas. Então, poderíamos qualificá-lo como qualquer coisa. Assim, passamos a vida acima de qualquer suspeita, sem sabermos como definir-nos, mas com isso, carregando uma ‘culpa’ de estar sempre tentando fazer o bem, para que no fim, ganhemos um atestado de boa conduta post-mortem. 

Falo disso, porque tenho uma dificuldade em estabelecer ídolos. Grandes músicos, políticos, homens e mulheres das artes e esportes perderam um pouco desse glamour, dessa aceitação pelo que produzem e eu mesma fico pensando se aqueles que acho incríveis são realmente assim. Não sei se podemos chamar isso de perda da inocência, da ingenuidade que é essa facilidade em acreditar no outro, mas hoje contamos nos dedos quem admiramos fortemente. Pensando no cinema e nos diretores vivos, um que me ganhou e que espero que produza na mesma frequência do atualmente execrado, mas diretor de grandes filmes Woody Allen é Wes Anderson. Continua aqui.

***

Semana que vem teremos nosso último encontro com Wes Anderson, nosso artista de cinema de agosto e fiquem ligados para saber quem vai brilhar por aqui em Setembro! Agora que chegamos por aqui, já conhece o Buy me a Coffee? :)
Share
Tweet
Pin
Share
No Comentários
Mudança feita, móveis em casa, vida nova em Salvador por uns tempos, minha cidade de nascimento e da vida que havia deixado doze anos atrás para fazer uma pós-graduação de dois anos no Rio de Janeiro. Dos inesperados da vida, trago um pouco do que acontece agora, do lado de cá.

vem que tem
Na entrada do apartamento há um lembrete para quem passa por aqui. Em 2019, morava em Copacabana e vim a Salvador para o Natal e Ano Novo. Como sempre acontecia todos os anos, aproveitava que estava a passeio para passear. Era turista na minha própria cidade e já amava, como sigo amando, percorrer novos caminhos, conhecer ruas, casas, praias, atrações. Engana-se quem acha que tem sua cidade na palma da mão, há sempre uma novidade à espera ou aquela velha frase: 'ainda vou neste lugar'. 
 
A Casa do Rio Vermelho, onde comprei a cerâmica que estampa o texto, foi casa de Jorge Amado e Zélia Gatai por muitos anos. Hoje, como as casas de Pablo Neruda no Chile ou de Frida Kahlo no México, virou museu, para visitarmos um pouco da morada destes escritores e artistas em seus quintais, cozinha, quartos. A casa é incrível, dá vontade de morar nela e tem muito deste casal especial - vale a visita, nem que seja para ficar à sombra das árvores do quintal, nos banquinhos - uma delícia.

Comprei a cerâmica com a certeza quase mística de que ela não iria ao Rio. Quando decidi por este apartamento, fiquei no meio do caminho mais uma vez, na ponte-aérea entre fincar os pés na minha cidade de origem e ver como reagiríamos - uma à outra - em uma nova convivência ou seguir na minha cidade de adulta, de trabalho, de novos amigos e das maravilhas que todo o mundo grita por aí - um tanto exageradamente. O mundo mudou, pandemia, tudo o que já sabemos neste cinco meses de ficar em casa e, como já contei antes aqui, também mudei e vim, de fato morar na Bahia. A cerâmica foi para a parede certificando que quem passa por minha porta é sempre boa gente e encontra aqui um caminho sossegado e gostoso.

uma folhinha de cada vez
Os móveis chegaram, a casa vai tomando a minha forma, estamos nos apaixonando e à espera da abertura lenta e gradual - sempre que penso na expressão, lembro da perestroika e glasnost - da cidade, o que já vem acontecendo. Os números da pandemia assustam, mas os avanços das vacinas dão um sopro de esperança a uma suposta normalidade futura. Enquanto isso, cultivo minhas plantinhas, busco trabalho e ativo este blog com prazer, cultura e informação.

Em meio à mudança, recebi muita coisa que estava guardada na casa dos meus pais e encontrei minhas agendas antigas, os diários da adolescência e dos vinte anos - reconheci uma Tati super firme e decidida, mas também melodramática e volta e meia apaixonada por algum mocinho - de Keanu Reeves aos garotos da escola. Tenho trazido algumas destas histórias por aqui, como um resgate íntimo de uma escrita crescente e divertida. E as calças jeans que não cabem mais e insistia que um dia entrariam em mim (da viagem de quando eu tinha 15 anos), finalmente doei - vida nova e de desapego! 

Mês que vem eu volto aqui, para, com sorte, contar o maravilhoso dia que em que voltarei à praia, que segue fechada. Mal posso esperar.
***

E você, como anda a vida por aí? Me conta?
Para ajudar a manter o Café, me paga um? =)
Share
Tweet
Pin
Share
No Comentários
Uma história de maio de 2007, cheia de atitude, crises existenciais, muita amizade e um pouco de infância. Tudo isso em muito poucas palavras. 
escrita-criativa
algumas das amigas de sempre

***
Salvador, 27 de maio de 2007

Amêndoas. É o sabor do novo chocolate lançado pela Garoto - Talento. Refinado, meio amargo, tem um sabor sutil e de personalidade. Como um café gostoso.

Um encontro com amigos de verdade no fim de semana. Conversa franca, as perguntas de sempre e novas discussões e a permissividade de participar de suas vidas. São os louros da curiosidade sincera e da preocupação com o outro.
Queria ter fins de semana de quatro dias. Queria poder encontrar mais pessoas e passar um monte de momentos longos. Queria esquecer cem por cento das preocupações e me garantir toda para a curtição e para os planos de dominação do mundo. Queria ser, ao mesmo tempo, Pink e Cérebro ou ter mais tempo para escolher quem eu quero ser. 

Mas não hoje. Porque hoje não dou ousadia a ninguém. Só dou silêncio e o trabalho de toda nova segunda-feira.
Share
Tweet
Pin
Share
4 Comentários
Sabe aqueles livros que sempre falamos 'um dia vou ler' ou que figuram nas principais listas e mesmo assim, deixamos passar? Vim te ajudar com isso! Fiz uma lista com dez livros fundamentais, para começarmos do jeito certo e depois vamos ampliando. Topa? 


Os livros da lista são de tempos diferentes, países diferentes. A ideia era fazer um apanhado inicial de grande obras - não por tamanho, mas por qualidade - e que fossem gostosas de ler. Assim, ainda quem não tem o hábito da leitura tão vivo, consegue ir pegando o jeito. Aproveitei e, para facilitar ainda mais a vida, criei uma lista com os livros citados aqui, na Amazon. Então, se se animarem, está bem fácil! 

macbeth-shakespeare
Macbeth, William Shakespeare (1606)
Em algum momento dos anos anteriores, entrei em um curso sobre Shakespeare. Era um curso livre, desses de passar tempo e, como só conhecia a superfície de suas histórias, resolvi investigar. Porque não conseguia chegar no horário, que era próximo ao de saída do trabalho, abandonei as aulas, mas comprei os livros. Macbeth é o que mais me impressiona e dá medo. Dá medo, porque há um caráter realista nesta tragédia de ambição e cobiça. A traição que comete Macbeth e o faz subir ao poder pelo assassinato parte da mesma raíz da maldade que leva, na história, ao seu descalabro. Os seres humanos não psicopatas, não perversos, ao cometerem quaisquer atos dessa ordem, não retornam ao que eram antes. Algo resvala e se imprime com força em suas carnes. É o que acontece aqui. E é este resvalar, nos fantasmas e nos delírios, que me mete medo, porque é psicológico, ainda que visível. Macbeth foi escrito no século XVII e é atemporal, além de ser uma das maiores obras da literatura e do teatro já escritas. Curta, mas que nos marca assim, como a mim aconteceu, para sempre. Esta edição da finada Cosac Naify é esplêndida - com posfácio de William H Auden e tradução de Manuel Bandeira.

orgulho-e-preconceito
Orgulho e preconceito, Jane Austen (1813)
Elisabeth Bennet é uma aspirante a escritora em uma família grande, com muitas irmãs e pouca relevância social. A intenção de seus pais é que ela, assim com suas irmãs, se case para que consigam se manter e evitem a ruína. Por outro lado, nossa heroína tem dificuldades em encontrar alguém à sua altura e seu par romântico guarda preconceitos de classe e sociedade. O texto de Jane Austen é brilhante, trazendo os costumes e comportamentos da Inglaterra do século dezenove de forma crítica e sem perder seu humor irônico e elegância em uma escrita supostamente simples. Ela foi uma das vozes primordiais a tratar sobre gênero e suas desigualdades da era georgiana e Orgulho e Preconceito é seu livro mais famoso, conhecido em todo o mundo e que serviu de influência para grandes autores e outras obras. Virou filme em 2005, ótimo, por sinal, com Keira Knightley. Leia o livro antes.

frankesntein-livro
Frankenstein, Mary Shelley (1823)
Mary Shelley tinha 16 anos quando conheceu seu marido, com então 21, o poeta Percy Shelley. Naquela altura ela apenas convivia no meio literário, mas anos depois, após uma viagem à casa de Lorde Byron, ganhou inspiração e escreveu Frankenstein, lançado em 1823. O livro é tido como terror e também como ficção científica - em tese, o primeiro do gênero no mundo, mas vai além. Frankenstein é sobre solidão, adaptação a um mundo enquanto renegado, um órfão que vive à margem, no desprezo e escárnio social. É um livro brilhante, um clássico que ultrapassa séculos e se mantem atual. Uma delícia de ler, uma escrita rica e vibrante. Se puder, leia em inglês.

gustave-flaubert
Madame Bovary, Gustave Flaubert (1856)
Um livro que eu não sabia que me prenderia tanto. Uma história sobre uma mulher em desencanto que busca uma saída para viver de acordo com o que considerava útil e prazeroso, para além das obrigações e deveres impostos desde sempre. Madame Bovary queria viver uma vida de emoções, de cidade grande e não do interior rural onde sempre esteve. Ao casar-se com o sr. Bovary, acreditou que teria seu sonho de romances sentimentais lidos ao infinito, realizado. Sendo mulher, vivendo à mercê do marido satisfeito com quase nada, o oposto, a desilusão, os encantamentos esporádicos, as traições de muitos vão transformando e transtornando nossa heroína. O livro é imenso em qualidade, nos traz a qualquer época: as dores e alegrias desta madame são universais. O livro gerou tanta controvérsia por seu realismo nas décadas finais do romantismo, que o autor teve que ir em defesa dele, junto com ninguém menos do que Charles Baudelaire. Nesta edição da Penguin tem tudo isso e ainda o prefácio de Lydia Davis. Uma obra impressionante. 

alienista
O alienista, Machado de Assis (1882)
Não tem nem cem páginas e é uma das maiores obras da literatura mundial. É com essa frase de efeito que começamos a conversa aqui. Machado de Assis é um dos autores brasileiros mais celebrados que existe. Memórias Póstumas de Brás Cubas e Dom Casmurro são apenas dois exemplos de sua vasta e célebre carreira. Contista, cronista e ficcionista, o homem sabia muito como transpor sua visão da sociedade da época em texto. Neste conto ou história curta, conhecemos Simão Bacamarte, um médico que funda a Casa Verde em Itaguaí, um manicômio. Com o andar da descrença e dos exageros  de uma sociedade que se perde, não sabemos mais se os doentes são os internados ou os que habitam livremente a cidade. Uma história que vale para qualquer tempo, que se impõe com uma atualidade desconcertante em tempos de descaso com a ciência somados aos arroubos de uma governança inepta. Machado de Assis é sempre imprescindível e urgente.

medico-e-o-monstro
O médico e o monstro, Robert Louis Stevenson (1886)
Sessenta a três anos depois de um "clássico de monstro", o escocês Robert Louis Stevenson cria um médico atormentado entre seus desejos e uma sociedade repressora e moralista. É aqui que O médico e o monstro surge, criatura e criador como Frankenstein, sob outra ótica, como a dualidade de todo indivíduo levado ao extremo. O médico e o monstro - O estranho caso do dr. Jekyll e o sr. Hyde - já foi livro da semana por aqui. É uma resposta à pergunta: se você pudesse fazer qualquer coisa acima da lei, você faria? Pouco mais de 150 páginas e muito o que pensar. A resenha está aqui!

meninos-da-rua-paulo
Os meninos da rua Paulo, Ferenc Molnár (1906)
Quando viajo para algum país novo, gosto de comprar algum livro de um autor de lá. Assim, fico com um pouco do ar, do clima daquele lugar por mais tempo. Assim, quando fui à Budapeste, trouxe a versão em inglês deste Os Meninos da Rua Paulo. O que eu não sabia, não me lembrava de forma alguma, é que já havia me interessado pela obra antes e tinha comprado a versão em português. Doidices à parte, fiz bem. Dei a versão gringa de presente e fiquei com essa. O livro é de uma ternura sem fim e sem diminuí-lo: é, na verdade, sua força. A infância de brincar na rua, as aventuras urbanas, uma história para quem tem coração aberto e que, mesmo assim, traz fortes emoções. Escrito lindamente, nos prende, como se nós mesmos voltássemos às nossas histórias de décadas passadas, possivelmente algum parente seu, mais velho, já leu e gosta também. A resenha segue aqui!

george-orwell
A revolução dos bichos, George Orwell (1945)
Um livro excepcional. Curto, simples de ler, direto ao ponto. A Revolução dos Bichos é uma imensa crítica social embalada em uma fantasia. Em uma fazenda, os animais se revoltam com suas condições de vida e trabalho e resolvem assumir o poder, expulsando o dono humano. Esta revolução cria uma comoção local - os fazendeiros do entorno passam a se sentir ameaçados, com medo que esta nova onda se espalhe. Ótimo livro para o momento, mesmo sendo escrito em 1945, nunca foi tão atual, da mesma forma que 1984, lançado anos depois. Dois clássicos fundamentais. A resenha desta Revolução está aqui.

truman-capote
A sangue frio, Truman Capote (1965)
A Sangue Frio conta a história do massacre de uma família no Kansas e da vida dos assassinos, no corredor da morte. O livro é impressionante e a intimidade que o escritor cria com os criminosos põe em cheque questões impensadas na época. Além da forma brilhante de contar, própria de Capote, o livro nos inspira e transforma, quando pensamos em o quanto se deve pesquisar e até onde ir para chegar às verdades de um fato - inclusive se reinventando enquanto escreve. Impressionante, a maior obra do autor, que também escreveu Bonequinha de Luxo, anos antes, em 1958. Os dois livros viraram filmes, em 2015 o primeiro, com Phillip Seymour Hoffman e o segundo, que virou clássico, com Audrey Hepburn em 1961.

Cem anos de solidão, Gabriel García Márquez (1967)
Cometi o amadorismo de emprestar a minha cópia para alguém e ela se perdeu neste mundo de meu deus. Com isso, pedi licença ao autor para ilustrar estes comentários com a capa de outro livro seu, que deixo quietinho, com o título coberto (mas é O amor nos tempos do cólera, que também é um grande livro - risos). Sigamos! Obra mais jovem desta lista, Cem anos de Solidão é indiscutivelmente um clássico imenso da literatura colombiana, latinoamericana e mundial. Gabriel García Márquez sempre foi um dos maiores contadores de histórias e esta é sua obra máxima, sobre a família Buendía, uma saga de todos os tempos, com traços surrealistas próprios de um mundo entre uma realidade dura e o sonho que torna tudo tolerável. Lindo, vale conhecer as hereditariedades, a importância da família como legado e herança - nem que seja apenas de histórias e aprendizados. Também já foi livro da semana aqui mesmo, vale a visita.

***

Já leu algum destes? Me conta o que achou? Segue novamente a listinha para facilitar, caso se interessem em comprar. Ah! E não deixe de passar no Buy me a Coffee para garantir aquela dose de cafeína necessária para vivermos melhor =)
Share
Tweet
Pin
Share
No Comentários
Posts mais recentes
Posts mais antigos

Sobre mim

a


Tati Reuter Ferreira

Baiana, curadora de projetos audiovisuais, escritora e crítica de cinema. Vivo de café, livros, cinema, viagens e praia. E Pituca.


Social Media

  • pinterest
  • instagram
  • facebook
  • linkedin

Mais recentes

PARA INSPIRAR

"Amadores se sentam e esperam por uma inspiração. O resto de nós apenas se levanta e vai trabalhar."

Stephen King

Tópicos

Cinema Contos e Crônicas streaming Documentário Livros Viagem comportamento lifestyle

Mais lidos

  • Setembro amarelo no Cinema | 20 filmes sobre saúde mental
    Setembro amarelo no Cinema | 20 filmes sobre saúde mental
  • No tempo de meu avô...
    No tempo de meu avô...
  • 8 melhores streamings de filmes e séries gratuitos online para conhecer em 2020
    8 melhores streamings de filmes e séries gratuitos online para conhecer em 2020
  • Livro | Futuro Ancestral, Ailton Krenak
    Livro | Futuro Ancestral, Ailton Krenak

Free Blogger Templates Created with by ThemeXpose