• Home
  • Sobre
  • Portifólio
  • Contato
linkedin instagram facebook pinterest

Café: extra-forte

amigos-que-escrevem
m - n respondeu seu story

23:55h
n - sou apaixonada por você e pelas coisas que você escreve.

23:56h
m - nossa amiga. obrigada de verdade! mas eu nem acho tuudo isso, saca?

23:57h
n - como não? pq não?

23:58h
m - ah.. sei lá. são só umas viagens da cabeça.

23:59h
n - mas então... a parada é essa, não?
não precisa ser tudo isso
só precisa ser, só precisa sentir
se tá sentindo é porque é verdade
e aí tá sendo tuudo isso mesmo
toda vez que você escreve, que você sente, tá sendo tudo isso
.....
porque a gente não sente sempre
a vida não deixa a gente sentir sempre, eu, pelo menos não consigo
eu queria e eu tento, mas tem tanta coisa acontecendo que fico anestesiada do sentir
o ‘segunda à sexta, de 10h às 19h’
o boleto que vence todo dia 5
a política, o genocídio da população negra
na verdade, a gente até sente e muito. mas sente tudo embolado. medo, revolta, angústia...
.....
então quando a gente rompe isso
e respira
e escreve
e entende que respirar e escrever é um privilégio
e que é importante reconhecer isso, para não cair em lugares comuns
e não reproduzir discursos perigosos
.....
ESSE é o grande ato
não tem certo e errado, tem o sentir
e enquanto a gente sentir, enquanto procurarmos sentir
ninguém poderá tirar isso da gente
isso, eles não podem tirar de nós.
***
Quem escreve
"Aquela que veio para ter sorte". Este é o significado no meu nome. Meus pais queriam me dar um nome com força e significado imponentes e encontraram Naila. Escrevo para preencher vazios e libertar sentimentos. Acredito no poder de transformação da arte. Amo sentir o cheiro de terra molhada, alho refogado e livro antigo. Respiro música desde 95. Fala comigo.
Share
Tweet
Pin
Share
No Comentários

Em 2009 eu lia pela segunda vez esta obra-prima de Gabriel García Márquez, Cem anos de solidão. É destes livros que é preciso revisitar, que está em todas as listas de melhores livros do mundo. E é uma saga familiar, então acompanhamos com avidez, pelos entremeios de uma história de mesmos nomes e amores e paixões. Quem sabe não leio uma terceira vez? Enquanto isso, deixo as impressões da segunda por aqui.

***

A construção de um mundo. E assim eu acabei Cem Anos de Solidão pela segunda vez, com o coração doído e a mente confusa sem saber se estava triste, feliz ou qualquer outra coisa, porque o final apocalíptico me deixou novamente ler tudo de uma vez pela curiosidade, para só depois perceber a avalanche de idéias entrecortadas e o fim da saga dos Buendía. 

melhor-livro
Cem anos de solidão, Gabriel García Márquez

“Macondo já era um pavoroso rodamoinho de poeira e escombros, centrifugado pela cólera do furacão bíblico, quando Aureliano pulou onze páginas para não perder tempo com fatos conhecidos demais e começou a decifrar o instante que estava vivendo, decifrando-o à medida que o vivia, profetizando-se a si mesmo no ato de decifrar a última página dos pergaminhos, como se estivesse vendo a si mesmo num espelho falado. Então deu outro salto para se antecipar às predições e averiguar a data e as circunstâncias da sua morte. Entretanto, antes de chegar ao verso final já tinha compreendido que não sairia nunca daquele quarto, pois estava previsto que a cidade dos espelhos (ou das miragens) seria arrasada pelo vento e desterrada da memória dos homens no instante em que Aureliano Babilonia acabasse de decifrar os pergaminhos e que tudo o que estava escrito neles era irrepetível desde sempre e por todo o sempre, porque as estirpes condenadas a cem anos de solidão não tinham uma segunda oportunidade sobre a terra.”

Meu primeiro livro de Gabriel García Márquez foi O Amor nos Tempos do Cólera. Apaixonada pela história, lembro de não ter durado muito tempo com o livro nas mãos, li quase de uma só vez e vivi todo o romance, mas já faz muito tempo. Lembro que ainda me envolvi numa seqüência de livros do mesmo autor e vi uma cópia moída de Cem anos de solidão em casa. Peguei pra ler, mas me confundia inicialmente com a repetição dos nomes dos personagens da mesma família. Dessa vez, li de novo, sem pressa, pois já tinha noção dos caminhos a percorrer e me encantei como há muito não acontece. 'Cem anos' me apaixonou de novo e o final lido ontem me tirou o sono. Estava na cama, eram duas da manhã quando li esta última parte e fiquei com o livro fechado nas mãos sem saber o que fazer. Voltei à estante e fiquei olhando... olhando... mas eu precisava destilar e conservar em mim as cruéis palavras, a história triste e sim, com fim, de uma família, de uma vila, que aprendemos a viver. 

Acho que deve ser chato ficar comentando livros assim, porque nem todo mundo os lê ou leu este pelo menos e fica uma conversa surda, um monólogo ou uma declaração de amor isolada. Com filmes é mais fácil nesse sentido, porque a interlocução costuma ser imediata. Queria alguém pra conversar, por exemplo, sobre as mulheres do livro, o que há de fantástico e específico em cada uma delas, como o autor conseguiu extrair semelhanças – que seriam hereditárias - e personalidades tão fortes. A construção do mundo é o que nos prende. Nos acostumamos com os acontecimentos, entendemos as situações e a história toda se faz possível em nossa mente. As situações fantásticas são as pausas para o delírio, para as possibilidades de uma narrativa livre e simples, em que o surreal não é sonho, mas um caminho viável na vida de Macondo. 

Vou parar, porque passaria muito tempo aqui pensando e relembrando os pequenos momentos do texto e descreveria alguns, mas não vale a pena. Jamais conseguiria descrever conforme li e por isso deixei o trecho acima, que é do final, mas que não mata a trama.
Share
Tweet
Pin
Share
No Comentários
2020 não é um ano para amadores, isso já deu para entender. O grande desafio, além de manter a saúde física e mental nestes tempos, é tentar estabelecer uma rotina e não perder os bons hábitos, as coisas que se podem fazer em casa sem prejuízo e com muito prazer. Por isso, trago umas dicas de como voltar a ler agora neste meio de ano, depois de quatro meses em isolamento social e ainda na pandemia. 

livros-como-ler-mais

Começamos 2020 felizes, com aquela ideia de que Feliz Ano Novo era apenas a expressão clichê da continuação de 2019, o dia seguinte ao 31 de dezembro. Passamos o verão, aqueles três meses em que as festas aumentam com as temperaturas, todo mundo um pouquinho mais bronzeado e no Carnaval corre a notícia de que há um vírus aleatório no interior da China. Interior. Da China. A China é longe, estamos seguros.

Uma rasteira imensa e aquele desafio que você se impôs no Goodreads virou uma piada de mau gosto. Pandemia, quarentena, isolamento social, pânico, medo de estar doente sem saber, de contaminar familiares. Dar banho em sapatos, chaves, telefones celulares, compras de supermercados, sacos de compras de supermercados. Ter medo de pegar elevador, ir à rua e até de brincar com os cachorros dos vizinhos. Como um filme de ficção científica exagerado, o medo do invisível se tornou real e, em oposição ao desgoverno brasileiro, os que puderam, trancaram-se em casa.

Com isso tudo, a situação está posta: temos tempo, não temos mais aquela desculpa de ter que fazer isso ou aquilo, trabalhamos - ou não - de dentro de casa. Voltamos aos livros, como ler agora? E as notícias horrorosas, as cidades fechadas, os amigos, os familiares, o medo, a ficção científica? Calma, que tem jeito para isso - e eu, que não sou coach, pensei em umas ideias para ajudar a resolver! =D

  • Revisite o Goodreads: se você é usuário, já sabe do que vou falar. O Goodreads, para quem não conhece, é uma rede social de leitores. Isso mesmo, você entra, cadastra os livros que leu e os classifica, pode escrever resenhas, marcar os que não leu e quer ler e até participar do desafio anual de leitura em que você mesmo define quantas obras acha que conseguirá ler até o fim do ano. O aplicativo - rede social apenas atualiza de acordo com seus inputs. Ali, você vai encontrar alguns amigos e trocarão figurinhas e conversas literárias. Então, como os anos anteriores não foram pandêmicos, consegui uma média boa de leitura e em janeiro me impus uma ainda maior. Hoje, estou com um atraso considerável de quase 10 livros. A solução? Rever a meta, considerando o panorama mundial e tentar contar com um número realista para as nossas condições. Assim, não há frustração, mas uma injeção de ânimo e visitas mais frequentes às estantes.

  • Pense no tamanho. Como sabemos, tamanho é documento. Os livros mais robustos têm lugar cativo em nossos corações, por nos darem a oportunidade de acompanhar uma história ou saga sem pressa, no tempo em que amadurecemos a trama dentro de nós, a construção complexa de seus personagens. Não que um livro menor não consiga isso, mas quando pegamos um grande, precisamos estar preparados, ter fôlego para seguir em frente. Aqui, a sugestão é simples: invista nos grandes livros pequenos para ler agora. Sim, aqueles clássicos ou indicações com menos de 300 páginas. Assim, sabemos que quando a cabeça começar a divagar em territórios pantanosos, temos uma obra já pela metade ou quase isso e conseguimos seguir em frente mais facilmente. Com um livro de 1500 páginas fica um pouquinho mais complicado, porque a linha de chegada é mais distante. Sargento Getúlio, de João Ubaldo Ribeiro, O médico e o monstro,  de Robert Louis Stevenson e Bonsai, de Alejandro Zambra são exemplos de obras magníficas e curtas para ajudar nesta retomada. 

  • Crie um ambiente. A essa altura, se você conseguiu trabalhar de casa, já estabeleceu um espaço - ou uma mesa - para isso. Agora, o objetivo é definir onde ler. Não pode ser no mesmo espaço do trabalho, são momentos distintos e que precisam ser assim definidos. No sofá, na rede, em um cantinho no chão mesmo com uma almofada, numa poltrona, na cama. Uma luz indireta, se possível, para não estressar os olhos, um café no ponto e está resolvido. Nossa casa é nosso refúgio, é onde nos reestruturamos e recarregamos as energias. É preciso ter um clima também para a leitura, de sossego e concentração, para entrarmos em um novo mundo. Arrume a casa, encontre um espaço e crie este ambiente aconchegante.

  • Dedique tempo. Estando em casa todos os dias isso parece simples, mas é uma situação capciosa. Em casa somos faxineiras, cozinheiros, serventes e profissionais do nosso ofício. Em casa, muitos de nós tem família, crianças, cachorros, gatos, cônjuges. Por mais que não sair de casa signifique mais tempo, a rotina toda precisa ser refeita considerando a atenção dividida mais vezes e com maior duração. Separe um espaço-tempo na sua agenda, informe a todo mundo que aquele momento é seu e, depois de algum debate e tensão, vai dar tudo certo. Sem isso, é melhor desistir. Precisamos de um tempo para nós e se for este o tempo da leitura, o ganho é triplicado - é educação, conhecimento e prazer em um hábito simples e barato (a princípio).

  • Por fim, leia agora e sem pressa. Não é uma corrida de obstáculos, não é uma competição. É uma atividade prazerosa e que só traz ganhos. Por isso, é importante ter a leitura como uma fonte de redescoberta, como o que sentimos quando vemos um grande filme ou quando acompanhamos um seriado fantástico. Um bom livro, lido com calma, nos provoca todas as sensações, de suspense, curiosidade, alegria, talvez alguma tristeza com o conforto de não ser nossa, a vontade de partir para uma nova aventura com o caminho todo aberto e livre da imaginação. Não precisa ler tudo correndo, deixe o tempo atravessar a obra nos momentos mais complicados do dia a dia, retorne a ela como se estivesse reencontrando alguém e pudesse abraçá-lo depois destes meses de isolamento. Vai ser uma grande experiência.
Considerando estas dicas, dá para respirar fundo e abrir aquele livro que está pegando poeira na mesinha de cabeceira ou na estante. E, se tiver alguma dica de como melhorar o hábito de leitura, comenta aqui! Para me acompanhar no Goodreads e trocarmos figurinhas literárias, é só clicar. :)
Share
Tweet
Pin
Share
No Comentários
Hoje é dia de artista de cinema e a essa altura, já sabemos que Céline Sciamma é a escolhida de julho. Nesta terça, é dia de criticar um filme da diretora e como temos duas grandes obras já esquadrinhadas, aproveito para alimentar a nossa cinefilia com a indicação delas aqui.

celine-sciamma
Retrato de uma jovem em chamas (2019)
Do ano passado e com a brilhante Adele Haenel, o filme é uma obra-prima por tudo o que se compreende como o bom cinema. Roteiro enxuto, grandes atuações, uma fotografia que se comunica com a ideia de pintura e retoma os conceitos de arte, a construção das personagens, absolutamente tudo funciona. A crítica está nesse link, passa aqui. 

tomboy-sciamma
Tomboy (2011)
Nove anos antes do lançamento deste inflamado Retrato..., Céline Sciamma já causava alvoroço com seu Tomboy, a história de uma garota que, ao mudar de endereço com a família, passa a se apresentar para a nova vizinhança como um garoto. Toda a discussão de gênero acontece aqui de forma sutil e inteligente, sem se perder no ar ou provocar julgamentos superficiais. O filme é uma lindeza sobre a infância e suas descobertas. A crítica está aqui.  

***

Para acompanhar as postagens de julho de Céline Sciamma, é só clicar!
E para conhecer um pouco mais sobre Alfred Hitchcock, o artista de cinema de maio e Fernanda Montenegro, a de junho, basta ir nos links em rosa. :)
Share
Tweet
Pin
Share
No Comentários
Eu não sei por onde começar. Na verdade, comecei dando o título que eu já havia pensado há dias, mas me arrependi. Começar pelo título limita muito, estou presa aqui. Talvez o certo seja escrever e depois dar o título. Talvez o certo seja só escrever. Talvez nem exista essa história de certo. Talvez.

amigos-que-escrevem

Escrever deveria ser como fazer qualquer outra coisa. Eu quis dizer fácil, como lavar louça, ou tomar banho, ou pensar. E é. Mas não é. A diferença é que sua escrita pode alcançar longe. E, aí, seriam muitos pares de olhos te perscrutando, te conhecendo, te despindo. Escrever é autobiográfico sempre. Mas não leve ao pé da letra, considere as entrelinhas. 

Essa nudez a que me refiro ao ser lida nada tem a ver com a deliciosa sensação de tirar a roupa. Tirar a roupa é fácil e prazeroso. Adoro, em dias quentes, ficar nua na varanda ao final da tarde. Olho para esquerda e vejo o Cristo Redentor vestido de um céu rosa. Seios livres e por do sol. Em dias frios, dá-se um jeito. Um cobertor macio e um corpo quente.
Para a nudez da alma é preciso muita coragem.

Ando pensando demais e querendo entender todos os porquês da vida. Todos é coisa à beça. Quero um explicação pra quase tudo. Quase. E tenho saudades absurdas. Ab-sur-das. Separação de silabas, matéria de segunda série. Tenho dias melancólicos, isso acontece desde que me entendo por gente, e dias de sol e céu azul. Nesses dias geralmente fico insuportavelmente feliz. É acintoso. Lembrei agora que, uma vez, há uns 15 anos, me disseram que eu era insuportavelmente bonita. Eu não acreditei. Nunca soube receber elogios e simplesmente agradecer. Eu sempre estrago tudo. Até hoje. 

Por falar em saudade, eu tenho lembrado muito de pessoas e momentos que passaram. Pes-so-as que pas-sa-ram. Passar pessoas. Deixar pra trás. Nunca fui boa com isso, sofro em demasia com as pessoas que ficam pelo caminho. No entanto, já releguei e fui relegada. Aqui se faz, aqui se paga. Minha mãe sempre diz que o inferno são os vivos. É verdade. Como somos mal resolvidos. Escolhas erradas têm seu preço. Na pele.

Tirei a Blusa.

Ando muito distraída, só hoje já transbordei o filtro duas vezes. Não é o filtro que transborda, é o copo. Meu filtro é lento, eu boto o copo para encher, vou fazer outra coisa, esqueço. Transborda tudo o que precisa sair, os excessos. Palavra chique, excessos. Faz uma poça, um aguaçal, um aguaceiro. Adoro sinônimos. Aguaceiro também pode significar contrariedade, infelicidade, sabia? Vem a calhar, pois fico furiosa quando o copo transborda. Desbordam meus aguaceiros. Eu os seco. E passa.

Muito tempo sobrando para pensar a vida e seus caminhos. Estou com meus filhos, vendo séries, comendo brigadeiros de sabores inimagináveis e implorando por uma massagem nos ombros em troca de uma açaí. Eu tenho tido vários torcicolos. E eu tenho implorado também para eles lavarem a louça de vez em quando. Coisa boa essa história de duas cubas na cozinha. Um esfrega; o outro enxagua.

Muito louco ser mãe deles. Não posso imaginar a vida sem os dois, mas eu descobri recentemente que talvez o sonho de casar e ter filhos não fosse exatamente meu. A maternidade real faz dessas coisas, a gente questiona nossas maiores certezas. Maternidade não é romance levinho e despretensioso, me enganaram. Isso, contudo, não importa mais. Eu os tenho, e eu os quero com todas as minhas forças. Há 12 anos que vivo para ser mamãe. 

Tirei a saia.

O meu outro lado tem ideias incríveis que nunca saem do imaginário. Tem medos absurdos, só menores do que as saudades. Saudades, com s no final, é mais gostoso. Saudadiz, puxa bem o s. 

Medos. São muitos. De não dar certo, de não conseguir, de não ser o suficiente, de não merecer, de passar o tempo. A propósito, faço 40 anos daqui a 68 dias. Ave Maria. Tem que ser pra ontem. Tudo pra ontem. Na realidade, eu procrastino, tu procrastinas, etc. Isolamento, distanciamento, tempo, espera. Mas tinha que ser pra ontem. Porra.

Eu tenho feito tudo em casa, limpo, cozinho, lavo roupas e louças também. Hoje guardei uma faca mal lavada, ninguém viu, guardei assim mesmo. Lavei roupas de manhã e elas ainda estão na máquina, por estender. Eu detestava estender roupas, agora já acho tranquilo, estender bem é uma arte.

Passo pano na casa diariamente. Uso luvas de látex descartáveis sempre que mexo com água. Vivo com as mãos brancas e outro dia me perguntaram: O que é isso na sua mão? É pó de luva, eu disse. Achei tão lindo que resolvi escrever algo com esse título. Pó de luva, pó de lua. O saudoso João Ubaldo Ribeiro, em “A casa dos budas ditosos”, disse que todo bom título de qualidade literária não quer dizer nada. Então, tá certo. Acrescentei miscelânea ao título para legitimar essa bagunça. 

Bem vinda de volta. Agora, sim, nua.
***
Quem escreve
Jennifer Conte é mãe em tempo integral. Vive a maternidade real. É também assistente social e comissária de voo. Sonha todos os dias em alçar novos voos e escreve às vezes.
Share
Tweet
Pin
Share
No Comentários
Posts mais recentes
Posts mais antigos

Sobre mim

a


Tati Reuter Ferreira

Baiana, curadora de projetos audiovisuais, escritora e crítica de cinema. Vivo de café, livros, cinema, viagens e praia. E Pituca.


Social Media

  • pinterest
  • instagram
  • facebook
  • linkedin

Mais recentes

PARA INSPIRAR

"Amadores se sentam e esperam por uma inspiração. O resto de nós apenas se levanta e vai trabalhar."

Stephen King

Tópicos

Cinema Contos e Crônicas streaming Documentário Livros Viagem comportamento lifestyle

Mais lidos

  • Setembro amarelo no Cinema | 20 filmes sobre saúde mental
    Setembro amarelo no Cinema | 20 filmes sobre saúde mental
  • 8 melhores streamings de filmes e séries gratuitos online para conhecer em 2020
    8 melhores streamings de filmes e séries gratuitos online para conhecer em 2020
  • Livro | Futuro Ancestral, Ailton Krenak
    Livro | Futuro Ancestral, Ailton Krenak
  • No tempo de meu avô...
    No tempo de meu avô...

Free Blogger Templates Created with by ThemeXpose