O que parece mais um novo filme nos espanta com a nitidez da realidade. As fotos publicadas da mais nova guerra mundial nos transportam para a emoção da dor com tamanha qualidade estética que mais parece um ensaio fotográfico revolucionário. Mais uma vez, a vida real vence para as superproduções da sétima arte.
Os soldados, os civis, as paisagens incríveis e o contingente populacional envolvido surpreende. Os fotógrafos merecem o prêmio da estética, ainda que a ética permaneça em xeque. Eu gosto muito das fotos, as acho belíssimas e as cores são tão fundamentais como os sentimentos diversos expressos em cada imagem. É surpreendente o que o pessoal de comunicação aprende com esse tipo de reportagem. Guerras não faltaram como escolas.
Falar em guerra... eu fico me perguntando qual a razão disso tudo. Eu não sou estúpida e as razões para as guerras eu até sei, mas é que parece tão antiquado. É uma forma tão arcaica de humilhar o outro, de provocar o pior intencionalmente – porque não é já simplesmente o mal – é causar tanta dor e tanta dor já conhecida por todos.
Até o tema já perdeu a graça. E ficamos vendo a miséria de camarote... a mesma e diferente da que temos em nossas esquinas todos os dias. E aposto que ainda tem gente dando graças a Deus por não estar na Geórgia, Afeganistão, Rússia, Iraque, Israel, Palestina, Tibet, China, África(s) e mais um sem fim de nações em permanente conflito. Nossa rotina é nossa guerra particular.
Os soldados, os civis, as paisagens incríveis e o contingente populacional envolvido surpreende. Os fotógrafos merecem o prêmio da estética, ainda que a ética permaneça em xeque. Eu gosto muito das fotos, as acho belíssimas e as cores são tão fundamentais como os sentimentos diversos expressos em cada imagem. É surpreendente o que o pessoal de comunicação aprende com esse tipo de reportagem. Guerras não faltaram como escolas.
Falar em guerra... eu fico me perguntando qual a razão disso tudo. Eu não sou estúpida e as razões para as guerras eu até sei, mas é que parece tão antiquado. É uma forma tão arcaica de humilhar o outro, de provocar o pior intencionalmente – porque não é já simplesmente o mal – é causar tanta dor e tanta dor já conhecida por todos.
Até o tema já perdeu a graça. E ficamos vendo a miséria de camarote... a mesma e diferente da que temos em nossas esquinas todos os dias. E aposto que ainda tem gente dando graças a Deus por não estar na Geórgia, Afeganistão, Rússia, Iraque, Israel, Palestina, Tibet, China, África(s) e mais um sem fim de nações em permanente conflito. Nossa rotina é nossa guerra particular.


