A Copa do mundo é nossa...

18:09


Nada como as expectativas... sempre que penso em ir à praia por aqui, fico comparando com as de Salvador, imagino as 300 mil pessoas disputando pedacinhos de areia e todo mundo que você nunca viu, grudado do seu lado fingindo que isso é normal. O calor, a água gelada... enfim. Com essas expectativas em alta, insisti em lutar contra o calor e o dia estava muito bonito. Fui à praia.

Surreal. A praia estava vazia, sossegada, tinha areia de sobra, a maré estava baixa. Sentei ao lado de uma mãe com filha adolescente e começamos a conversar. O problema de ir á praia sozinha é a neura de deixar a bolsa pra Deus observar e acreditar que jamais será roubada. Conversamos um bocado, passamos o tempo, as duas eram muito simples e simpáticas e nos revezávamos em olhar as bolsas.

A água: deliciosa. Não sei, acho que hoje havia uma conspiração a meu favor, porque foi tudo muito bom. Acho que as forças sobrenaturais resolveram fazer uma investida em mim e tirar metade da chatice do primeiro parágrafo. Não tive do que reclamar. A água estava gostosa, o mar calmo e pude fazer uma coisa que não fazia há muito tempo: nadar. Fui transportada para o universo marítimo, com as energias mais do que recicladas, renovadas e parecia um começo de ano. De dentro d'água fiquei vendo a costa de Copacabana e finalmente, numa distração, pensei: que lugar bonito, né rapaz?

Tenho muita sorte mesmo: até prendedor de cabelo da moça do artesanato ganhei... e estava realmente precisando de um. Tudo deu muito certo. Valeu, aê!

HISTÓRIAS SEMELHANTES

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